Pablo Salles, Advogado

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Advogado, graduado em Direito pelo Centro Universitário de Santa Fé do Sul - UNIFUNEC, Pós Graduando em Direito Imobiliário. Artigos e notícias diariamente em www.pablosalles.com.br

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Comentários

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Pablo Salles, Advogado
Pablo Salles
Comentário · há 2 meses
Olá Mona, partindo do pressuposto de que se trata de uma benfeitoria voluptuária, segundo o art. 36 da lei do inquilinato o inquilino, ao final da vigência do contrato, deve retire tal benfeitoria, desde que, não afete o imóvel. Para uma maior segurança, ao constata-la na vistoria pós vigência contratual, ideal seria notificar o então ex locatário para efetuar a retirada, solicitando que se manifeste caso não tenha interesse em reaver a benfeitoria. Vale ressaltar que há liberdade entre as partes para negociarem um valor, mesmo a benfeitoria não sendo indenizável.

Recomendações

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Moises Adao, Bacharel em Direito
Moises Adao
Comentário · há 4 meses
Ótimo artigo meu nobre colega, lembro-me como se fosse hoje nossa apresentação no Campus da Universidade sobre um tema relevantemente equivalente ao abordado, "Alienação fiduciária sob a ótica do bem de família".

Mas resgatando sobre o conteúdo e os fatos do artigo, sem dúvidas, você expôs o entendimento predominante e mais atual possível. Embora haja algumas controvérsias pessoais de alguns advogados sobre o tema, a sua fundamentação na maioria dos casos são meramente insuficientes e incapazes de fundar tais preceitos já estabelecidos por alguns TJs, bem como pelo STJ.

Deste modo, de fato, na hipótese imaginária de: "um apelado que não resida ainda em um apartamento, porque ainda está em construção, isto não constitui óbice para configuração como bem de família.

Afinal, tal qualificação se pressupõe a análise caso a caso acerca da finalidade que poderá ser dada ao a determinado imóvel. Ou seja, ainda que o bem esteja em construção, deverá este ser considerado impenhorável visto a intencionalidade concreta de uma família em nele residir tão logo fique pronto.”

Adendo:

STJ já ampliou o instituto em diversos sentidos, como estender a impenhorabilidade ao único imóvel do devedor, ainda que este se ache locado a terceiros, pois são os frutos civis da locação que possibilitam à família constituir moradia em outro bem alugado.

Outrossim, terreno não edificado não se caracteriza como bem de família (art. 5º da Lei n. 8.009/1990), pois não serve à moradia familiar. Contudo, na hipótese, antes do vencimento de uma nota promissória que lastreia a execução, já havia, no terreno, uma casa em construção que pudesse servir de única residência à família.

Não há importância ainda que o fato da construção só ter sido registrada posteriormente, pois há certidão nos autos atestando o início da edificação ainda pelo ex-proprietário.

Conforme, prevê a Lei n. 8.009/1990. Precedentes citados : REsp 619.722-RS , DJ 31/5/2004, e REsp 507.048-MG , DJ 30/6/2003. REsp 1.087.727-GO, Rel. Min. Aldir Passarinho Junior, julgado em 6/10/2009.

Abraços meu nobre colega.

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